quinta-feira, junho 01, 2006

 

Ce le moment...

Ia eu a caminho de Évora, após uma ida á metrópole, vinha com o meu prof. de Hidrogeologia e vinhamos a falar de cultura, de como sendo pessoas de confessa admiração pelos francófonos clássicos, Joe Dassin, Charles Aznavour e é claro "la petit parisienne" Madame Piaff, sim estranho, após tanto tempo, após a memória da sua presença num palco permanecer apenas em velhas películas de cinema e de memória resitentes, que nelas contém a vida dentro de outra vida, de uma França grande na alma da dama pequena numa grande Paris que era mais sua que de todos os parisienses juntos, apenas porque se abria em generosidade para com o mundo e connosco cantava ela com a voz, nós com a alma, "ma chere, tous que j'ai fait je fait pour ma Paris, ammour en vie, dunne vie en rose" penso que pensaria assim Piaff...

Comments:
França sempre foi o meu país de eleição e recolho alguma cultura cinematográfica francesa mas de facto tenho o desprazer de nao poder completar um pouco a tua dissertação sobre Piaf...embora nao negue q tenha tido uma grande importancia na arte francesa musical.

quanto ao meu post, nao percebi, achaste q eu tenho poesia na prosa (isso pareceum 1 elogio) mas q uso palavras caras demais? os textos realmente ficariam mais simples assim mas para mim nao sao palavras caras, fazem parte de vez em quando, da minha escrita. Acho q nao estao desajustadas. Quanto ao narcisismo, sou adepta q todos deveriamos ter algum e sinc deveriamos ser mm narcisistas pois o caminho para a felicidade passa pela auto.suficiencia q tambem se ganha indo por esse caminho...nao tao exagerado q eu n m axo uma narcisista..talvez gostasse de ser mais...para nao me magoar tanto...nao sei s compreendes =)

e qt ao ultimo paragrafo, pna é q sao so 0,1%...lol

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